procurou pelo mestre nos caminhos mais estranhos que o homem construiu, as vielas sujas dos abandonos e cantos imundos que se sujeitam as desistências. perguntou a respeito dos sentidos e expressou opiniões inconclusas e incertezas. a fome era uma via que o elevava às glórias contra os abusos que se permitira, abstinha-se dos gozos e fizera do silêncio sua procissão interna refazendo cada um dos dias e as gordas alegrias que dividira nas noites que se alongam e desabam mergulhadas no luxo da embriagues.
- onde um mestre? e lhe indicavam aquis e alis por toda parte e lhe sugeriam nomes e lhe relatavam milagres enquanto seguia na busca incansável. ouviu palavras, premissas, sentenças, e todos eram mestres que tangenciavam sua busca até que um dia encontrou uma criança, sentada na calçada a sombra do cinamomo.
- meus pais morreram, ela disse, queimados na casa (era um barraco) e agora procuro por outros pais que me queiram do jeito que sou, assim (e se mostrou inteira num riso que lhe falta uns dentes e as unhas sujas).
partiram dali cada um a sua busca sem saber que se encontraram.
- onde um mestre? e lhe indicavam aquis e alis por toda parte e lhe sugeriam nomes e lhe relatavam milagres enquanto seguia na busca incansável. ouviu palavras, premissas, sentenças, e todos eram mestres que tangenciavam sua busca até que um dia encontrou uma criança, sentada na calçada a sombra do cinamomo.
- meus pais morreram, ela disse, queimados na casa (era um barraco) e agora procuro por outros pais que me queiram do jeito que sou, assim (e se mostrou inteira num riso que lhe falta uns dentes e as unhas sujas).
partiram dali cada um a sua busca sem saber que se encontraram.

E assim chegar e partir e levar um pedaço de cada um...excelente
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