desde fins dos oitenta que se sugere tenha sido visto pelas noites, quando dizia sua alma despertar, dialogar com fantasmas do mundo lhe revelando palavras. desde um acidente num subterrâneo de Buenos Aires que lhe despertou olhar para as coisas de passagem. nada lhe era estranho suficiente, nenhum desejo lhe dominara e todos os pecados capitularam, salvo o orgulho ou a vaidade, nem se tem como dizer com precisão.
acessara a corte daqueles que reconhecem os mistérios do mundo e travam a luta diária contra usurpadores, vândalos de elegância ímpar, senhores da guerra, donos-do-mundo. dizia assegurado terem encontrado o meio de ouvir coisas passadas, palavras em detalhes, redesenhando os dias, reconhecendo impressa a verdade, nenhuma fantasia.
há anos, atravessara à noite enquanto a chuva de inverno serenava e as pedras das ruas refletiam amarelas lâmpadas oscilantes. seus passos percorreram molhados até entrar num carro que lhe aguardava. há quem lhe seguisse, nunca soube se lhe alcançou e de Vatiguero, só agora, ouço anotações esquecidas num baú de infância, coisas do acaso.
acessara a corte daqueles que reconhecem os mistérios do mundo e travam a luta diária contra usurpadores, vândalos de elegância ímpar, senhores da guerra, donos-do-mundo. dizia assegurado terem encontrado o meio de ouvir coisas passadas, palavras em detalhes, redesenhando os dias, reconhecendo impressa a verdade, nenhuma fantasia.
há anos, atravessara à noite enquanto a chuva de inverno serenava e as pedras das ruas refletiam amarelas lâmpadas oscilantes. seus passos percorreram molhados até entrar num carro que lhe aguardava. há quem lhe seguisse, nunca soube se lhe alcançou e de Vatiguero, só agora, ouço anotações esquecidas num baú de infância, coisas do acaso.
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