a covardia é de tom lilás, diz-me.
é. digo, lilás.
nem importo. conheço dessas.
ora isso, aquilo. caprichos. exigências.
Avicena deslumbrou caminhos do conforto, desconforto, dissimulações, a poltrona nas noites de inverno, sombras de primavera.
alinhou instâncias, escreveu em códigos, insinuou ilusões. promessas.
mentiu (sem condescendência, mentiu).
agora isso.
manhã de domingo e a missa nem encerrada e me acena em seu preto-luto intenções. antes, quando havia no pretérito o propósito de futuros, renunciara, por caprichos.
- filha, lhe disseram. - toma tento, toma. tomou.
fui, avariado no desassossego à guerra, uns campos de solidão e vento nas ventas.
é sol de outro dia e agora o aceno.
rio de passagem.
quanto custa um desatino?
beijos os pés dos humildes, meu nome é Ninguém, feliz assim, nisso, nem nada.
o sabor ácido do vinho me reluz.
se quiser, ainda uma taça. não espere mais.
sossegou. o infortúnio lhe confortava.
é. digo, lilás.
nem importo. conheço dessas.
ora isso, aquilo. caprichos. exigências.
Avicena deslumbrou caminhos do conforto, desconforto, dissimulações, a poltrona nas noites de inverno, sombras de primavera.
alinhou instâncias, escreveu em códigos, insinuou ilusões. promessas.
mentiu (sem condescendência, mentiu).
agora isso.
manhã de domingo e a missa nem encerrada e me acena em seu preto-luto intenções. antes, quando havia no pretérito o propósito de futuros, renunciara, por caprichos.
- filha, lhe disseram. - toma tento, toma. tomou.
fui, avariado no desassossego à guerra, uns campos de solidão e vento nas ventas.
é sol de outro dia e agora o aceno.
rio de passagem.
quanto custa um desatino?
beijos os pés dos humildes, meu nome é Ninguém, feliz assim, nisso, nem nada.
o sabor ácido do vinho me reluz.
se quiser, ainda uma taça. não espere mais.
sossegou. o infortúnio lhe confortava.
Nenhum comentário:
Postar um comentário